segunda-feira, 10 de maio de 2010

Cantora Katy Perry é eleita a mais sexy por leitores de revista

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A cantora Katy Perry, autora dos hits "I Kissed a Girl" e "Hot N Cold", foi eleita a mulher mais sexy de 2010 por leitores da revista americana "Maxim".

No ano passado, o primeiro lugar da lista ficou para a atriz Olivia Wilde. A atriz Megan Fox, que no ano passado figurava na segunda posição, desta vez caiu para a quinta.

Já a modelo brasileira brasileira Adriana Lima, que ocupava a sétima posição, não aparece entre as dez primeiras. Outra modelo brasileira --Alessandra Ambrósio-- apareceu na lista, ainda que em 63º lugar.

Veja quais foram as 10 primeiras colocadas da lista da "Maxim".

1. Katy Perry
2. Brooklyn Decker
3. Zoe Saldana
4. Blake Lively
5. Megan Fox
6. Rihanna
7. Elisabetta Canalis
8. Olivia Munn
9. Kim Kardashian
10. Marisa Miller

Fonte: Folha Online

Cinquenta anos de um rockstar chamado Bono

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Cinco décadas de vida, mais de trinta de U2 e uma luta constante pela desigualdade e injustiça social no mundo. Esse é Paul David Hewson, conhecido no começo da carreira como Bono Vox e hoje, apenas como Bono, não se destaca apenas por ser o vocalista de uma das bandas mais importantes do mundo.

Seu papel como rockstar vai além dos palcos gigantescos e tecnológicos do U2 e o diferencia dos outros nomes do rock n’ roll. “Como um astro do rock, tenho dois instintos: quero me divertir e quero mudar o mundo. Tenho a chance de fazer ambos”, frase de Bono. Mas, para alguns, seu lema irrita e o intitula como o chato-político.

Até seu cargo no U2 correu risco de perder anos atrás. No fim de 2005, revelou em entrevista a BBC de Londres que quase foi expulso da banda por conta de usar tanto o microfone para lutar pelas causas que defende.

“Houve um momento que eu tive medo de ser botado para fora do U2 por ser chato de mais. Essa coisa contra a fome pode cansar. E a primeira função de uma banda de rock é ela não ser chata”.

Em 1985, Bono foi um dos artistas mais ativos do ‘Live Aid’ – evento organizado por Bob Geldof com o objetivo de arrecadar fundos em prol dos famintos da Etiópia - a partir desse festival, começou a abraçar causas de desigualdade e injustiça social.

No começo dos anos 2000, ajudou a fundar a ‘DATA’ que trabalha com grupos religiosos em questões como doenças globais e fome. A ‘RED’ também foi criada por Bono e já ajudou milhões de mulheres grávidas na África, mulheres que se submetem a tratamento para prevenir a transmissão do vírus HIV para seus bebês.

Bem o mal visto por pregar o lema “salvar o mundo”, Bono é um artista com rara capacidade de ter o controle total de sua platéia, seja em um pequeno teatro, ou num grande estádio, como o de Wembley, onde quebrou com 88 mil pessoas, o recorde de público  local, no ano passado. Apesar da alta tecnologia utilizada pela banda há muitos anos em suas performances, o que faz a diferença é o cara que comanda a festa.

Fato é, assinando Vox ou não, sendo visto como o chato político ou apenas como o Bono cinquentão, vocal da banda que com mais três caras arrebenta no palco, vale a pena pegar qualquer disco da sua carreira e colocar para tocar; e tocar alto. Afinal, U2 com qualquer Bono é para ouvir, ver e ver de novo, e ouvir outra vez...

Fonte: Território Eldorado. Continue lendo reportagem e ouça grandes hits de Bono

Aos 60 anos, o guitarrista Peter Frampton renova sua carreira

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Em 1976, “Frampton Comes Alive!” se tornou um disco fenômeno que passou 10 semanas no primeiro lugar da parada Billboard e vendeu mais de 16 milhões de cópias em todo o mundo. Foi o suficiente para um jovem e charmoso guitarrista virar referência e mudar os rumos da indústria fonográfica, pois um disco duplo, ao vivo, de um artista quase desconhecido, era improvável de se tornar um sucesso. Filho de um professor de arte da Bromley Technical School, em Beckenham, Inglaterra – onde foi colega de classe de David Bowie – depois de descobrir um banjo aos 7 anos, Peter Frampton, aos 10, já tocava em uma banda chamada The Ravens, muitas vezes dividindo o palco com George & The Dragos de David Bowie. A partir daí, Frampton passou por dezenas de grupos, entre eles The Trubeats, The Preachers – que foram produzidos e empresariados pelo baixista dos Rolling Stones, Bill Wyman – e, quando tinha 16 anos, The Herd, o primeiro a fazer um relativo sucesso; em 1969 se uniu a Steve Marriott, dos Small Faces, em uma nova banda, chamada Humble Pie; surgia uma proposta inovadora de fazer um hard rock psicodélico, com base de blues. Peter também tocou no célebre “All Things Must Pass” (1970) de George Harrison; permaneceu no Humble Pie até 1971, quando foi para a carreira solo. De repente, o disco “Frampton Comes Alive!” o transformou em super astro instantâneo; as pressões e a grana fácil o levaram a decisões que arruinaram sua credibilidade – posando sem camisa para a capa da revista “Rolling Stone”, estrelando na pouco recomendada adaptação cinematográfica de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1978) dos Beatles e dando uma guinada pop com o single “I’m in You”. A imperdoável indústria pop estigmatizou o guitarrista e os fãs não perdoaram; o declínio comercial de Frampton foi rápido, mas apesar do ostracismo que se seguiu, ele reconstruiu sua reputação artística concentrando-se em sua guitarra, incluindo uma passagem pela banda do velho amigo Bowie em “Never Let Me Down” (1987) e participando da turnê “Glass Spider”; uma reunião, em 1991, com Marriott, dos tempos do Humble Pie e turnês com os Rhythm Kings de Bill Wyman e com a All-Starr Band de Ringo Starr, o transformaram em “cult” novamente, algo raro para quem chegou a ser um popstar de massa.

Peter continuou lançando álbuns solo até o sucesso de “Fingerprints”, seu primeiro trabalho totalmente instrumental, em 2006, que rendeu seu primeiro Prêmio Grammy –melhor álbum pop instrumental – e obteve mais atenção do que o roqueiro veterano vinha desfrutando no últimos tempos de sua longa carreira. Agora, pela primeira vez em muito tempo, Peter Frampton lança um álbum com as badalações merecidas: “Este é o primeiro álbum que aguardo com tanta expectativa”, comenta Frampton, aos 60 anos completados em abril. “Eu acho que estou mais ciente do mundo e da minha posição nele, o que posso e o que não posso fazer. Eu acho que, musicalmente, eu estou apenas experimentando. Minha meta é sempre acordar hoje e compor algo que não poderia ter feito ontem. Esta sempre será minha meta.”, declarou em entrevista ao New York Times. Com a boa aceitação de seu disco anterior, pensou em continuar no caminho instrumental, mas optou por retornar à música cantada, por isso “Thank You Mr. Churchill” foi um desafio. Numa revisão positiva do passado, chamou para compor seu velho colaborador Gordon Kennedy e o produtor Chris Kimsey, que foi o engenheiro do primeiro álbum solo, “Wind of Change” (1972) e que, modernamente, Frampton reencontrou via Facebook. Entre os músicos convidados estão o baterista do Pearl Jam, Matt Cameron, membros dos Funk Brothers, grupo da Motown, na faixa “Invisible Man” e seu filho Julian, em “Road to the Sun”. Esse passado ainda é reforçado na natureza autobiográfica de algumas letras, como a faixa título, em que agradece ao primeiro-ministro da Inglaterra dos tempos de guerra, Winston Churchill, pela liderança que trouxe o seu pai de volta da Segunda Guerra Mundial, em segurança.

Continue lendo o Blog do Maia e ouça sucessos de Frampton

domingo, 9 de maio de 2010

Kate Moss forma banda com namorado, guitarrista do The Kills

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A top model britânica Kate Moss formou uma banda com o namorado Jamie Hince, guitarrista do The Kills. Segundo informações do site especializado em música "NME", o grupo tem cinco integrantes.

As gravações da nova banda já começaram e eles teriam gravado um cover de uma música do Velvet Underground, de acordo com o "NME".
Um fonte anônima revelou ao "Daily Star" que a modelo tem ajudado "levando os músicos para jantar fora e dando contribuições musicais".

Apesar do novo projeto, Hince está preparado para retornar com o The Kills em breve. A colega do grupo, Alison Mosshart, disse recentemente que o novo álbum da dupla está quase pronto.

Em setembro do ano passado, o tabloide britânico "The Sun" publicou que Kate gostaria de arriscar uma carreira musical. A modelo já emprestou sua voz em gravações de algumas bandas, como na versão de "Some Velvet Morning" feita pelo Primal Scream em 2002. Também apareceu nos créditos de algumas músicas do Babyshambles no disco "Shotters Nation".

Madonna está deixando a música de lado para se dedicar ao cinema

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Que Madonna tem uma paixão pela 7ª arte, isso não é nenhuma novidade. Muitos críticos, nos anos 1980, começaram a observar sua música menos impiedosamente depois de sua participação carismática em Procura-se Susan Desesperadamente (1985), dirigido por Susan Seidelman. Paralelo à sua carreira de cantora, Madonna fez participações em inúmeros filmes como atriz - sendo dirigida por cineastas como Woody Allen e Abel Ferrara - além de se casar com um ator (Sean Penn, em 1985) e um diretor de cinema (Guy Ritchie, em 2000). E depois desse flerte de décadas com o cinema, a loira resolveu assumir a relação de forma mais séria e deixar a música um pouco de lado. É o que informa o jornal The Sun, neste sábado (08).

Segundo o tabloide, ela estaria completamente envolvida no roteiro e na direção do filme W.E., que narra a história de amor entre o rei da Inglaterra Eduardo 8º e Wallis Simpson, uma americana divorciada. “Entre isso e meus quatro filhos, eu não tenho tempo nem energia para mais nada”, conta ao jornal, deixando claro que agora sua prioridade é o cinema e não a música.

Madonna revela também na entrevista que deu para Gus van Sant,  na revista Interview de maio, que paralelamente ao romance que acontece antes da Segunda Guerra, a trama se passará nos anos 1990 e narrará também a vida de uma jovem que tem Simpson como sua guia espiritual. A atriz Abbie Cornish (Candy, Brilho de uma Paixão) é a única confirmada no elenco, mas não foi informado qual o seu papel no filme. A filha Lourdes Maria fará uma ponta e especulações da imprensa dizem que Ewan McGregor e Vera Farmiga também farão parte do casting.

Esse é o segundo longa de ficção dirigido por Madonna. Filth and Wisdom, seu primeiro filme, foi exibido no Festival de Berlim, em 2008.

Fonte: Virgula

sábado, 8 de maio de 2010

Confirmado: Woodstock acontece no Brasil em 2010

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Você que gosta de festivais, está preparado? O lendário festival Woodstock vai ganhar uma nova edição em 2010, e desta vez será no Brasil!

O evento será na Fazenda Maeda, em Itu, cerca de 100 km de São Paulo, nos dias 7, 8 e 9 de outubro. O Virgula confirmou a realização do festival com os responsáveis pelo local, o grupo No Limits, que usam o local para produzir eventos seus como os festivais eletrônicos XXXperience e Tribe.

A iniciativa tomou forma e corpo através de uma colaboração entre os organizadores originais de Woodstock, do empresário Eduardo Fischer (do festival Maquinaria) e Perry Farrel (do Jane's Addiction e organizador do gigante Lollapalooza). Um evento que ficará marcado na história.

Entre as atrações cotadas para o festival estão Foo Fighters, Bob Dylan, Smashing Pumpkins, Rage Against The Machine, Pearl Jam e Limp Bizkit. Segundo informações da A2Media, as bandas Green Day e Linkin' Park já estariam quase confirmadas no evento.

O empresário Fischer ainda divulgou no seu Twitter a seguinte afirmação: "Faltam 30 dias pra você saber de tudo sobre o maior evento de conscientização da sustentabilidade."

Como ainda não há informações de ingressos para os eventos, fique de olho no Virgula Música para mais informações deste que promete ser um dos maiores festivais de música já realizados no Brasil.

Fonte: Virgula

Clipe de Só os Loucos Sabem, de Charlie Brown Jr

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Dirigido por Alex Miranda, que já trabalhou com o Charlie Brown Jr. no clipe "Champanhe e Água Benta", "Só os Loucos Sabem" é a segunda música de trabalho do atual projeto do grupo. Formada em 1992, em Santos, a banda atualmente divulga "Camisa 10 (Joga Bola até na Chuva)", álbum de estreia pela gravadora Sony Music e que traz as primeiras gravações do baterista Bruno Graveto como integrante oficial do grupo. Produzido por Rick Bonadio, o CD tem 13 faixas incluindo "Me Encontra" e "O Dom, A Inteligência e A Voz", música composta para Cassia Eller, mas que não chegou a ser gravada pela cantora morta no final de 2001.


Último álbum dos Beatles completa 40 anos

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Neste sábado, 08/05, "LeT it be", o álbum que pôs um ponto final na trajetória dos Beatles, completa 40 anos. Em 1966 a banda tomou a decisão de deixar os palcos para se concentrar em seu trabalho de estúdio.

No entanto, dois anos depois, e após a tortuosa gravação do disco conhecido como "O álbum branco", McCartney começou a gestar um projeto, inicialmente chamado "Get Back", que pretendia levar a banda de volta as suas origens.

A ideia de McCartney consistia na preparação de novas músicas que se pudessem ser apresentadas ao público no palco, ao vivo, além da filmagem de todo o trabalho para um filme.

Os Beatles iniciaram a gravação, mas os problemas que tinham dificultado o trabalho durante a gravação de "O Álbum Branco", não demoraram a ressurgir.

A presença do casal John Lennon e Yoko Ono no estúdio de gravação, a morte do agente do grupo, Brian Epstein, que deixou os Beatles sem representação nem liderança, e o individualismo cada vez maior de todos os membros da banda fizeram da gravação de "Get Back" uma "experiência desagradável", como descreveu o produtor George Martin.

Lennon e McCartney tinham perdido o interesse de compor juntos e o ambiente estava tão carregado que Harrison abandonou a banda durante dez dias.

Apenas a presença do tecladista Billy Preston, que se uniu à gravação de algumas músicas, conseguiu acalmar os ânimos durante um tempo.

No entanto, no filme resultante da filmagem das sessões ficava claro que McCartney, Lennon, Harrison e Starr já não funcionavam como banda.

O projeto foi abandonado temporariamente pela gravação de "Abbey Road" e só foi retomando no começo de 1970 pelo produtor americano Phil Spector, conhecido por seu característico muro de som.

Após analisar outros cenários como um barco no Tâmisa e o deserto de Túnis, os Beatles fizeram um show, o último de sua carreira como conjunto, no terraço do edifício da Apple Corps no número 3 de Savile Row, a rua dos alfaiates sob medida de Londres, para apresentar "LeT it be".

No estúdio, Spector acrescentou o show ao material gravado um ano e fundos de orquestras e coros. O disco resultante, o único não produzido por George Martin, não agradou McCartney, que tinha concebido o projeto como um álbum com som ao vivo.

Em 2003, McCartney lançou "LeT it be...Naked", uma reedição com sua própria versão do material original.

O projeto, prensando como "Get Back", uma volta ao rock and roll e os shows que tinham caracterizado à banda no seu início, terminou como "LeT it Be" e com a separação dos garotos de Liverpool.

McCartney tinha decidido deixar a banda no dia 10 de abril de 1970, uma semana antes do lançamento de seu primeiro trabalho solo, e anunciou a dissolução do grupo em uma entrevista na qual descartava voltar a trabalhar com Lennon.

Ele não só transgrediu o pedido de seus companheiros de atrasar o lançamento de seu novo disco, muito próximo ao lançamento de "LeT it be", como se antecipou a Lennon, que seis meses antes já tinha comentado sua intenção de deixar os Beatles, mas que não a tornou pública porque estava esperando para solucionar alguns problemas de representação.

"Sempre estava buscando uma desculpa para deixar os Beatles, mas não tinha coragem para fazer isso. A semente estava plantada desde que deixamos os palcos, mas me assustava a ideia de abandonar o palácio", reconheceria Lennon dez anos depois.

"LeT it be " conseguiu ser o número um na lista americana Billboard durante três semanas e a banda sonora do filme levou um Oscar.

No entanto, a crítica não acompanhou o álbum de despedida dos Beatles, que o crítico da revista "New Musical Express" Alan Smith definiu como "um epitáfio encardido, uma lápide de cartolina, um final triste e mesquinho para um grupo que mudou a música pop".

Líder do Strokes diz que banda superou dificuldades criativas que atrasaram novo trabalho

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O Strokes parece ter superado as diferenças criativas que atrasaram a produção do novo disco da banda. É isso que disse o vocalista Julian Casablancas em entrevista à revista "Clash Music". Na mesma entrevista, o cantor adiantou que o novo álbum será lançado em janeiro de 2011.

"Eu acho que o tempo e a comunicação nos ajudaram, mas só vamos ver se as coisas estão bem com a banda quando sairmos em turnê", disse Casablancas. "Quando não estamos em turnê tudo é super legal e tudo é bom. As coisas sõ ficam estranhas quando você entra em turnê".

O novo álbum, ainda sem título, deve sair em janeiro de 2011, segundo Casablancas. "Eu disse que não ia mais falar previsões, mas eu tenho quase certeza de que sairá em janeiro", contou ele, desmentindo a informação que o baterista Fabrizio Moretti havia dado à BBC, anunciando setembro como o mês de lançamento.

Este quarto trabalho será o sucessor de "First Impressions of Earth", lançado em 2006. Depois do encerramento da turnê, os integrantes se lançaram em projetos paralelos: Julian Casablancas e Nickel Eye lançaram discos solos, e Fabricio Moretti montou a banda Little Joy com o ex-Los Hermanos Rodrigo Amarante.

Christina Aguilera é nomeada embaixadora da ONU contra a fome

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A cantora americana Christina Aguilera foi nomeada embaixadora contra a fome do Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas.

A ONU informou sobre a nomeação hoje, depois do comentário que Christina fez no programa de televisão americano "The Oprah Winfrey Show".

"Uma criança morre a cada seis segundos por fome, uma estatística que, em minha opinião, é elevadíssima", disse hoje a cantora, no programa de Oprah Winfrey, no qual acrescentou que depois que teve um filho "sabia que devia fazer parte disto e fazer algo para ajudar a mudar a situação".

Christina tem um longo histórico de colaboração e compromisso com questões relativas à fome, segundo o comunicado da ONU, que detalhou que, no ano passado, a cantora viajou à Guatemala para conhecer os programas do PMA que têm o objetivo de melhorar a saúde materna e infantil.

Além disso, Christina é porta-voz da campanha "World Hunger Relief", lançada para despertar a consciência sobre a fome no mundo e que movimentou quase US$ 60 milhões nos últimos três anos para o PMA e outras agências.

No final deste mês, a cantora deve viajar com o PMA ao Haiti para conhecer de perto os projetos de assistência nas comunidades devastadas por um terremoto no início do ano.

"Quero comprovar a situação nesse país e contribuir para sua alimentação. Quero visitar os orfanatos e as escolas para tentar fornecer minha parte da ajuda", disse a cantora.

Josette Sheeran, diretora-executiva do PMA, acrescentou no comunicado que "a paixão de Christina Aguilera e sua dedicação com as crianças com fome é profunda e fará dela uma maravilhosa campeã na luta" contra este problema mundial.