quinta-feira, 27 de maio de 2010

Aerosmith comemora 40 anos de banda em turnê que passa nesta quinta-feira por Porto Alegre

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Em uma rápida turnê pelo Brasil, o Aerosmith chega ao país para comemorar os 40 anos de história da banda no show "Cocked, Locked, Ready to Rock!". A primeira parada é em Porto Alegre, na noite desta quinta-feira (27). A banda se despede dos brasileiros no sábado (29) em São Paulo.

Porto Alegre recebe o Aerosmith no estacionamento da Fiergs, com estimativa de 19.200 pessoas para o show. Os portões estarão abertos a partir das 17h. A banda Santo Graau deve subir ao palco às 20h e o Aerosmith às 22h. A censura é 16 anos, mas jovens de 12 a 15 anos podem entrar acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Ainda há ingressos no segundo lote a R$ 140 (pista), R$ 250 (setor premium) e R$ 412 (setor gold) --o setor da arquibancada já está esgotado. As entradas estarão à venda na bilheteria da casa. A apresentação tem aproximadamente 1h40 de duração.

São Paulo
Depois de Porto Alegre, o Aerosmith segue para São Paulo, onde se apresenta no sábado (29) no Palestra Itália, o estádio do time do Palmeiras. Ainda há ingressos à venda por R$ 250 (pista), R$ 300 (camarote) e R$ 500 (pista premium) ---já estão esgotados para os setores arquibancada (R$ 150), cadeiras descobertas e avulsas (R$ 200), cadeira descoberta especial (R$ 220) e cadeira coberta (R$ 300).

As entradas estão à venda pelo site www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-0848 e na bilheteria do Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro). No dia do show, a bilheteria do Palestra Itália abrirá ao meio-dia para venda de ingressos. Estudantes, idosos, aposentados e professores têm 50% de desconto no valor de qualquer setor.

A estimativa é de que 38.200 pessoas assistam ao último show. Os portões abrem às 16h, e o Cachorro Grande começa a tocar às 19h. O Aerosmith deve subir ao palco às 21h30. A censura é 16 anos, mas jovens de 12 a 15 anos podem entrar acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Com Steven Tyler nos vocais, Joe Perry na guitarra solo, Brad Whitford na guitarra base, Tom Hamilton no baixo e Joey Kramer na bateria, o Aerosmith faz outros shows na América do Sul e, na sequência, parte para a Europa.

Em março, a banda divulgou um vídeo no site oficial anunciando a turnê pela América do Sul. No vídeo em inglês, os músicos afirmam: "É o melhor do Aerosmith chegando para agitar o seu mundo. Nós estamos a caminho de Caracas, Bogotá, Lima, Santiago, Buenos Aires e São Paulo".

Centro das atenções da mídia tanto pelo programa de desintoxicação ao qual se submeteu como pela notícia de que tinha abandonado Aerosmith indefinidamente, o vocalista Steven Tyler diz no site que a banda voltou "a pedidos" e "mais forte do que nunca".


Fonte: UOL Música

Caetano Veloso será atração de festival de Jazz em Copenhague

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O músico, cantor e compositor Caetano Veloso e o pianista americano Herbie Hancock serão as principais atrações do Festival de Jazz de Copenhague, que será realizado entre os dias 2 e 11 de julho, informou hoje a organização.

Na lista também figuram Diana Krall, Martha Wainwright, Joe Lovano, Joshua Redman, Marcus Miller, David Samborn, Dianne Reeves, Bill Frisell e Esperanza Spalding.

O festival, que chega a 32ª edição, terá mais de 1 mil concertos em dez dias, muitos ao ar livre e gratuitos, o que o transforma no maior festival de jazz da Escandinávia, assinalou um de seus responsáveis, Christian Dalgas, em uma apresentação para a imprensa estrangeira.

O programa inclui também uma seção específica denominada "latin side", com nomes como o porto-riquenho Eddie Palmieri, o colombiano Edmar Castañeda, a argentina Silvana Deluigi e o cantador espanhol Miguel de Tena.

A presença de músicos brasileiros é habitual no festival de Copenhague, que nos últimos anos incluiu nomes como Gilberto Gil, Milton Nascimento e Hermeto Pascoal.

Fonte: UOL Música

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Capa de CD de Lady Gaga com modelo brasileiro é montagem

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A foto em que o modelo catarinense André Ziehe, 27, aparece sem camisa e segurando Lady Gaga no colo em uma suposta capa do single "Alejandro", é uma montagem de uma foto original de David LaChapelle com o cantor Kanye West.

Em entrevista à repórter Janaína Meneghel, publicada pela coluna Mônica Bergamo nesta quarta-feira (26), André disse que não conheceu a cantora e não recebeu nada pelo uso de sua imagem.

"Zero milhões", disse ele sobre o cachê que (não) recebeu. "Nunca a conheci pessoalmente nem muito menos fotografamos juntos", afirmou.

Hoje, novamente ele falou sobre a imagem à reportagem: "Quem está na foto sou eu." Mas Ziehe disse que não foi contatado pela produtora da cantora, para falar dessa suposta capa. "Apesar disso, [a montagem que circula na internet] tem sido bom para minha imagem."

"O que sinto é não ter sido remunerado pelo uso da minha imagem no álbum."

Segundo o modelo, a imagem original dele é de um desfile que fez há um ano para Dolce & Gabbana, em Milão. A reportagem não encontrou a foto original do modelo.

A Folha apurou que a imagem foi feita por um fã chileno que faz montagens com fotos de artistas e publica em seu blog.

No entanto, segundo Juliano, do site Made in Brazil, o primeiro brasileiro a espalhar a notícia, a imagem veio de blogs e sites americanos, que identificaram o modelo.

Fonte: Folha Online/Ilustrada

Trilha sonora de "Glee" tira Justin Bieber do topo da "Billboard"

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O terceiro volume da trilha sonora do seriado "Glee" estreou na primeira posição da parada de álbuns da "Billboard". O disco vendeu 136 mil cópias, de acordo com a Nielsen SoundScan.

Outra trilha sonora do seriado, a do episódio especial só com músicas da cantora pop Madonna, também tinha liderado a parada. A trilha tinha vendido 98 mil cópias.

A nova trilha foi batizada de "Showstoppers" e tem músicas da segunda metade da primeira temporada. Em novembro e dezembro, respectivamente, foram lançados os primeiro e o segundo volume.

Outra trilha sonora, com seis faixas, será lançada em 9 de junho, com o subtítulo de "Journey to Regionals".

No segundo lugar da parada, ficou o relançamento do álbum "Exile on Main St.", dos Rolling Stones, que foi relançado recentemente. O álbum vendeu 76 mil cópias.

Fechando o pódio, está o álbum "Brothers", da dupla Black Keys, que vendeu 73 mil cópias.

Na quarta posição ficou o disco "My World 2.0" --que liderava a parada na semana passada--, de Justin Bieber, e em quinto aparece "Distant Relatives", de Damian Marley e Nas.

Fonte: Folha Online/Ilustrada

Pai de Amy Winehouse vira cantor e lança CD com música de Tom Jobim

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Já que Amy Winehouse está enrolando desde 2006 para lançar o sucessor de seu segundo álbum, Back to Black, outro integrante de sua família resolveu estrear sob os holofotes.

O pai da cantora, Mitch Winehouse, acaba de lançar aos 60 anos seu primeiro álbum, intitulado Rush of Love. No CD, o taxista que largou o volante para tentar a sorte como cantor interpreta canções como Please Be Kind, famosa nas vozes de Ella Fitzgerald e Frank Sinatra, e How Insensitive, versão em inglês de Insensatez, de Tom Jobim.

"Não estou explorando o talento de Amy para me destacar e ganhar em cima dela. O DNA musical sempre esteve em nossa família", garantiu Mitch em seu site oficial.

Fonte: Virgula. Clique a assista ao vídeo.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Marina Elali: “Tive sorte e estava preparada”

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A  cantora potiguar Marina Elali vive um dos grandes momentos da sua carreira. Da menina potiguar que escutava músicas do cantor conhecido mundialmente John Secada, hoje ela é a cantora Marina Elali que de fã se transformou em parceria musical do astro da música internacional, com o qual já fez até uma turnê no Brasil. Mas esse é apenas mais um capítulo na história profissional e de vida de Marina Elali. Sorte? Ela admite: não faltou. Mas também pondera, que no momento da oportunidade estava preparada. Uma preparação artística que passou por uma temporada de estudo em Boston, nos Estados Unidos, e por uma participação no programa Fama, da Rede Globo. Aliás, dezenas foram os cantores que passaram por esse programa, pouquíssimos foram os que conseguiram dar continuidade na carreira artística, como foi o caso de Marina Elali.

A artista potiguar já teve cinco músicas transformadas em trilha de novela da Rede Globo. Seria esse um fator determinante para carreira? “Uma porta abriu e todas as outras. É importante uma música em novela, mas também há pessoas que conseguem espaço sem ter música em novela. Por algum acaso, por uma razão do destino, essa foi minha história, aconteceu de Jayme Monjardim abrir essa porta para mim e depois outras pessoas terem me ajudado. Essa foi minha história”, afirma Marina Elali, que no próximo sábado fará show em Natal, onde apresentará o novo DVD. Aos que levantam a tese de lobby da gravadora Som Livre junto a mídia, a artista descarta e com simplicidade conta como foi que cruzou no caminho e no trabalho de diretores de novela, que terminariam conduzindo a sua música. “Eu tive a sorte de conseguir que Jayme (Jayme Monjardim, diretor da Rede Globo) ouvisse uma música minha que foi “Você”, foi minha primeira música. E aí Jayme se encantou. Na verdade eu mandei o CD por uma pessoa que conhecia o Jayme e não acreditou que ele iria ouvir. Ele ouviu, ele não me conhecia, e gostou”, lembra.

Fonte: Tribuna do Norte. Leia mais sobre Marina....

Cantora Lady Gaga faz exames para lúpus

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Desde de que se sentiu mal no palco e teve que cancelar vários shows, citando o estresse como a causa de seu mal-estar, a cantora Lady Gaga, 24, tem ido a médicos para descobrir se tem alguma doença. As informações são da revista "People".

Agora, Gaga resolveu fazer um exame para lúpus, pois diz ter histórico da doença na família. "Eu tenho uma ligação muito pessoal com a minha tia Joanne, que morreu de lúpus", disse.

Apesar de afirmar que fez os exames, a cantora não revelou o resultado, pois disse que não quer preocupar seus fãs.

"Eu tenho palpitações e coisas assim. Mas está tudo bem. Deve ser do cansaço e algumas outras coisas", disse Gaga.

A cantora também reafirmou que não tem problemas para se alimentar e que não usa drogas. "Eu não uso cocaína mais, eu não fumo, eu tomo conta de mim mesma", disse.

Fonte: Folha Online/Ilustrada

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Como uma pedra rolando, Bob Dylan chega aos 69 anos com muita criatividade

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Nascido com o nome de batismo de Robert Allen Zimmerman, em 24 de maio de 1942, em Duluth, Minnesota, Bob Dylan mostrou desde o início da sua carreira um grande diferencial para compor de forma sofisticada e conseguir fazer algo popular; de sua maneira, pegou o folk, que aprendeu a gostar em sua época de universitário e uniu ao rock, que adorava na adolescência; tudo de uma forma única e original. Pioneiro deste novo universo folk-rock, o músico provou que uma voz potente não é requisito fundamental para ser vocalista, pelo contrário, fez de sua voz característica um novo instrumento. Dylan escreveu uma série de sucessos, e poucos percebem, mas é um dos músicos mais regravados do mundo, por artistas de todos os estilos e grau de importância, de bandas indies do underground a consagradas mega estrelas e todos os gêneros musicais, como por exemplo: Byrds, Jimi Hendrix, Rod Stewart, Bob Marley, Eric Clapton, Guns n' Roses e Rolling Stones. Dylan cresceu numa pequena cidade do Minnesota e foi no liceu que começou a tocar guitarra e harmônica, numa banda chamada Golden Chords. Em 1959, ingressou na Universidade de Minnesota, dedicando, no entanto, a maior parte do tempo a shows de violão e voz, que realizava em cafés. Depois de ter deixado o estudo para segundo plano durante um ano, o músico abdicou de vez do curso universitário e partiu para Nova Iorque, onde adotou então o pseudônimo de Bob Dylan, inspirado no poeta Dylan Thomas. O primeiro contrato discográfico foi assinado em 1961, com a editora Columbia e o disco de estreia saiu no ano seguinte. Um trabalho homônimo, que incluiu, na sua maioria, versões de canções folk tradicionais. O álbum seguinte, "Freewheelin' Bob Dylan" (1963), fez de Bob Dylan um cantor classificado do tipo protesto, por acharem sua posição política, pelas críticas que tecia à sociedade, através das suas letras, como a emblemática "Blowin' In The Wind". Sua reputação de cantor de protesto aumentou com o lançamento de "The Times They Are A-Changin'", em 1964, no entanto, Dylan que, paradoxalmente não falava de política, sempre deixava todos perplexos e, ainda em 1964, lançou "Another Side of Bob Dylan", um disco que mostrava seu lado mais introspectivo. "Bring It All Back Home", o primeiro disco a vender muito, chegou às lojas em 1965 e foi sucedido por uma longa tour que o levou à Grã Bretanha; esta aventura pode ser conferida no premiado documentário: "Don't Look Back". O alto nível de vendas dos seus discos e seu repertório de alto nível poético levaram uma série de bandas a recriar as suas canções, ajudando a mitificar cada vez mais sua figura; conta-se que mais de cem artistas regravaram Dylan só entre 1964 e 1966. No auge de sua notoriedade, Dylan enfureceu seus fãs puristas e amantes do seu folk rústico ao incorporar uma banda super elétrica, com guitarras e toda instrumentação do rock tradicional; foi tido como um traidor do movimento, mas por outro lado, ganhava novos adeptos que viam nas atitudes de Dylan um inconformismo revolucionário.

Continue lendo no Blog do Maia e ouça sucessos de Dylan

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Valkyrias pegam carona nos shows dos popstars que vêm ao Brasil

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Se existe alguém que realmente fica feliz quando grandes nomes da música pop anunciam shows pelo Brasil, esse alguém é o trio feminino Valkyrias. O grupo musical está ficando notório no país por “roubar” as apresentações de abertura dos concertos mais disputados de 2010.
Beyoncé, Akon, Nelly Furtado e o show paulistano desta quinta-feira (20) de Chris Brown são apenas alguns dos exemplos que tiveram como aquecimento uma prévia comandada por Selma Lins, Gabriela Nader e Débora Cidrak.
“Sério que estamos sendo reconhecidas como uma banda de abertura?”, sorri a loira Selma. “Se sim, pelo menos estamos por abrir para bandas internacionais muito legais, do mesmo segmento que o nosso”, completa.
As Valkyrias têm cinco anos e conta com a atual formação desde 2007. O projeto surgiu de uma parceria entre Selma, ex-vocalista da banda do “Domingão do Faustão”, e o empresário André Lazzarotto. Apesar do certo tempo de estrada, só agora, no final de maio, que será lançado o primeiro CD delas.
Ele terá faixas cantadas em português e em inglês, como já foi demonstrado nos singles “Dar certo” e “Feel good”. “Esse CD é como um filho: demorou nove meses para ficar pronto, mas está nascendo com todo o carinho do mundo”, brinca Débora.
O grupo tem estilo musical bem radiofônico, influenciado descaradamente pela música pop americana. Ao somar isso com o (belo) visual das meninas e ao fato de abrirem diversos shows importantes, as Valkyrias também ganharam um apelido preconceituoso: banda de empresário.
“Elas são talentosas, se não fosse eu elas teriam outro empresário certamente. Nós levantamos a bandeira pop, só no Brasil existe esse preconceito contra o que é popular”, rebate Lazzarotto, que afirma nunca ter gasto R$ 1 para incluir a banda nas turnês brasileiras de artistas internacionais como Nelly Furtado e Akon.
“Nós recebemos para nos apresentar. Tem gente que oferece até R$ 50 mil para abrir um show”, polemiza. “São os próprios artistas que nos aprovam. Eles veem nossas músicas, fotos, release... Tudo!”, concorda Gabriela.

Fonte: G1 Música

Ouça o resultado da reedição de "Exile on Main Street", clássico dos Rolling Stones

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No começo de 1971, num momento tumultuado da carreira dos Rolling Stones, eles montaram um quartel general em uma casa no sul da França, para criar um dos discos mais importantes de toda história da música pop: "Exile on Main Street", um LP duplo que já foi relançado várias vezes, mas volta a ser editado com dez músicas inéditas, no que parece ser sua edição definitiva. Num país como o Brasil, cuja carga tributária é surreal, sabemos o que é trabalhar só para pagar impostos; como bons britânicos, que desde Robin Hood gostam de tripudiar com o tema, os Stones resolveram fugir do Reino Unido, uma vez que eram acossados pelo fisco; o paradeiro foi "Nellcôte", uma vila alugada pelo guitarrista Keith Richards, em Villefranche-sur-Mer (Costa Azul). Nesta época, Richards atravessava um de seus períodos mais críticos em relação à dependência de heroína e precisava de um refúgio. Dadas tantas adversidades, nada indicava que poderia sair algo bom neste disco (o décimo de estúdio do grupo), porém o disco do “exílio” foi maravilhoso e agora, a prova é definitiva, com o material bônus incluído nesta nova versão. As “sobras” são tão legais quanto o material da versão original e só provam que eles tinham canções demais para escolher, e na época, um disco duplo já era um luxo! Por ocasião do lançamento, o disco estourou e o single "Tumbling dice" estreou no topo das paradas. Desde então, este disco foi o mais apreciado pela crítica e consta obrigatoriamente nas listas dos melhores álbuns da história. O disco trouxe a mistura de rock, blues, country e gospel na medida exata, como nunca antes o grupo fizera. O disco foi produzido por Jimmy Miller, que já tinha trabalhado nos discos anteriores da banda. Os Stones, então, traziam, além de Jagger e Richards, o excelente guitarrista Mick Taylor, o baterista de sempre, Charlie Watts e o baixista Bill Wyman, que desistiu, voluntariamente, dos Stones em 1991; ainda, além da banda, estavam o pianista Nicky Hopkins e o saxofonista Bobby Keys.
Este disco consegue oferecer o mais puro e sincero rocK and roll e mostrar por que os Stones merecem a posição que têm no mundo da música. Para os fãs, mais uma vez, vale a compra (já devo ter umas quatro versões) e para os que ainda nunca tiveram, pode-se dizer que valeu esperar 38 anos!

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